Terça-feira, 14 de Julho de 2009
Próxima Actuação
Dia 18/07/2009 - Pelas 15.30 h, no Lar de Idosos da Fundação José Relvas, com a peça "A Tomásia" e Fados cantados por Dora Cardoso e Fernando Almirante, (Espectáculo Particular).
CONTACTOS
Email: g.t.meialaranja@live.com.pt
Telemóvel: Mário J. Ribeiro:917796137; Lígia Gaudêncio: 918517069
Domingo, 31 de Maio de 2009
Grupo de Teatro Meia Laranja de Alpiarça em Grande, com a Peça a Princesa dos Pés Pretos.
Parabéns a todos...tiveram sala cheia! Força Lígia, Beijinhos
Grande Estreia da Princesa dos Pés Pretos 30/31-05-09
Segunda-feira, 27 de Abril de 2009
Aninhas, salva-me deste doido...
O Governador!
Cenas da peça o doido e a morte...
Sexta-feira, 5 de Setembro de 2008
A História de Uma Boneca Abandonada!
Uma Pequena, Grande História para crianças que nos ensina que as coisas devem pertencer a quem delas cuida. A quem as trata bem!
Uma história, narrada por uma vendedora de balões. Que nos conta que uma boneca que foi abandonada por uma menina rica (a Lolita), foi parar às mãos de uma menina pobre (a chiquita). E que estas duas meninas vão disputar a boneca, com quem ficará?....
uma peça de Alfonso Sastre, com a participação de Nora Villar, Lígia Gaudêncio, Dora Cardoso, João Sardinheiro. Nos papéis da meninas pobre a Regina e a menina rica a Neusa. Encenação de Carlos Oliveira
Terça-feira, 26 de Agosto de 2008
O grande dia da estreia do doido e da morte....

Com a participação de Carlos Oliveira, Leocádio do Vale, Lígia Gaudêncio e Mário Ribeiro. Encenação de Carlos Oliveira.
“O DOIDO E A MORTE”
Pelo Grupo de Teatro Meia Laranja da Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro
Dia 20 de Setembro (sábado) às 21.00h na Sociedade 1º de Dezembro
(entrada livre não sendo a mesma permitida depois de começado o espectáculo)
Raul Brandão – (1867 - 1930 )
Militar, jornalista e escritorportuguês, famoso pela natureza meditativa e poética da sua escrita, cujo assunto é quase sempre a dicotomia do homem e da vida. Foi precursor literário do existencialismo e do neo-realismo, fundando a famosa revista “Seara Nova”com Jaime Cortesão, Raul Proença, Aquilino Ribeiro e outros. Raul Brandão é considerado um dos mais vigorosos dramaturgos portugueses, o que facilmente se vê e se sente na peça “O Doido e a Morte” (1923).
Trata-se de teatro para jovens e adultos, e apresenta-nos uma farsa onde se ri com a dor da morte inevitável e irreversível. É uma peça de tendências extremistas, que oscila entre o idealismo místico (atribuindo à dor o papel de motor do progresso) e o ímpeto anarquista (revoltando-se contra o absurdo), com visões apocalípticas do fim do mundo.
A farsa “O Doido e a Morte” dramatiza o medo e o pânico do homem perante o absurdo da sua própria morte. O diálogo desenrola-se entre o cómico e o trágico, sendo objectivo do doido suprimir a vida com o mais potente de todos os explosivos - SO3HO4 (peróxido de azote). Com a explosão, pensa terminar com a desgraça que há no mundo, com todos os gritos e com todas as injustiças. Aterroriza um Governador Civil, cujo comportamento inicial é duma grande e aparente importância social e política, mas que, ao longo da peça, vai mostrando as suas fraquezas humanas.
O “Doido” pensa que a única maneira de abolir o absurdo, de suprimir a ninharia da vida, e de acabar com os problemas, é morrer!
Ou talvez não…